agosto 27, 2015

Kettlebells

Também conhecidos como os objectos que me obrigaram a assumir uma nova posição relativamente às fitas de absorção de suor. Porque vai-se a ver e têm mesmo utilidade.

Não obstante, continuam a ser ridículas.

agosto 24, 2015

Só porque é um momento histórico

A adultícia tem destas coisas.
O trabalho, a rotina, a tentativa de passar o máximo de tempo possível com o namorado (era para escrever cara-metade, mas voltei atrás, porque é super piroso), tudo implica que o blog fique num qualquer recanto da web a ver teias de aranha a crescer - no pun intended.
Também é falta de vontade. E perceber que grande parte das parvoíces que escrevia aqui já as partilho com o meu principal leitor, por isso qual é o objectivo?

Nenhum! Não há objectivo, gente! Porque todos caminhamos lenta e inexoravelmente para a nossa morte certa, convencidos de que vivemos com um propósito.

Ugh.

Após esta breve explosão existencialista (Sartre ficaria orgulhoso), passo agora a comunicar o que leva a boa filha a regressar à sua casa virtual: eu tenho marca do bikini!

E é isto. A futilidade move a minha vida.

Podem retornar às vossas vidas que nada acrescentam ao eterno progresso do Cosmos, que eu vou almoçar.



 - Segue-se novo interregno de 2 anos -

fevereiro 11, 2015

Damn, what's the deal with #3

Há uns anos chegou a tribunal um caso de difamação contra o Rui Rio porque uma revista (jornal? Não me lembro e não sou pessoa de grandes pesquisas) publicou uma foto de um edifício com uma parede onde se lia "Rui Rio FDP". Isto apareceu na capa (pois, acho que foi uma revista) e deu origem a um processo judicial. Todo o caso é risível, mas a defesa do editor é hilariante. Em traços gerais, o senhor disse que não estava indirectamente a chamar Filho Da Puta ao Rui Rio como aquela publicação indiciava. O que ele achava, na verdade, é que ele era um Fanático Dos Popós.

(Para vossa informação, filho da puta não constitui injúria. Filho de puta, sim. É daquelas minudências que poderão ser úteis no futuro.)

Não sei se o Rui Rio é ou não um fanático do popós, não acompanhei o desenrolar da história. Sei que há, de facto, muitos fanáticos dos popós por aí. Conheço alguns, aliás. Mas haver tipos com uma obsessão pouco saudável (nem que seja por motivos ambientais) por carros é do conhecimento geral. O que eu não sabia é que havia fanáticos das bicicletas. Por uma questão de consistência na idiotice da nomenclatura, vamos apelidá-los fanáticos das bicis. O que me leva a esta terceira edição da rubrica "Damn, what's the deal with…?".

Damn, what's the deal with bike fanboys?



E por 'bikes' não quero dizer motas, quero mesmo dizer bicicletas. Desculpem, bicis.
As bicis têm ganho espaço nas nossas cidades. Cada vez se vêem mais pessoas a deslocar-se de bici para o trabalho ou para a escola e eu acho isso um enorme progresso, mesmo que isso implique a subida da rua Nossa Senhora de Fátima a pé porque não se tem força de pernas suficiente para levar aquilo até ao fim. Enfim, é de elogiar o compromisso de algumas pessoas com bicis, até porque só traz vantagens: é ecológico, estaciona-se em qualquer lado, melhora a condição física e fica muito barato. 

No entanto, e há aqui um enorme 'mas', a bici não nos leva a todo o lado com eficiência. Se eu quero ir de Aveiro ao Porto, faz-se, claro, mas é um atraso de vida, sobretudo se se tiver bagagem. Já nem falo no conforto de um carro ou de transportes públicos no caso de estar muito frio ou a chover. Qualquer pessoa razoável percebe, mas os fanáticos das bicis (FDB., para facilitar) não. Ou melhor, percebem, mas optam por ignorar o óbvio. E é esta perspectiva da realidade, que opõe pessoas racionais a obcecados, que faz a distinção entre pessoas normais - que, ok, vêem e fazem uso das claras vantagens da bici, mas compreendem as suas limitações - e os FDB. 

Os FDB são pessoas cuja vida gira em torno da bici. Para o FDB, a bici não existe para o servir ou para lhe facilitar a vida, é ele que a serve e, por isso, o FDB vive em função da bici. A bici não é utilizada só nas circunstâncias em que é mais competitiva. Não, o FDB recorre à bici em todas as situações, mesmo quando é claríssimo que a bici só lhe vai complicar a vida. Mas o FDB, sendo um FDB, não vai reconhecer factos, pelo que vai imputar a culpa pela sua cegueira a outrem. 

Outrem é, neste caso, uma coisa. Um carro, para ser mais concreta. Também podem ser pessoas, todas aquelas que não são também FDB e que defendem minimamente e/ou usufruem de carros. É verdade que existem carros a mais e há uma excessiva dependência do automóvel. Infelizmente, a nossa rede de transportes públicos está longe de ser perfeita e a situação piora quando se sai das grandes cidades. Acontece que o FDB é um fanático e, como tal, insensível às dificuldades alheias. Portanto, não fica tocado quando alguém lhe diz que tem de estar no trânsito durante 45 minutos para chegar ao trabalho porque não tem alternativa. "Ah, mas tens", responde o FDB. "Faz como eu e vai de bici para o trabalho."
- Mas eu tenho de ir de fato e gravata. Vou lá chegar todo suado e amarrotado.
- Vais com outra roupa e trocas quando chegares.
- Mas eu tenho filhos e tenho de os deixar no infantário…
- Eles que vão também de bicicleta!
- Mas os meus filhos têm 1 e 3 anos e moramos a 20 km da cidade. Temos mesmo de usar o carro.
- Então és um assassino.
- Mas, mas…
- Assassino!

Porque é isso que todos os condutores são para os FDB: assassinos. Não há cá diferenças de carácter entre os milhões de condutores, são todos, mas todos, uns homicidas que não permitem aos FDB pedalar livremente. 

Os FDB têm amigos que são, nas suas palavras, assassinos, e tentam rebater o apodo. Penso que não é preciso dizer que o fazem sem sucesso. Logo os FDB vão desencantar estudos e estatísticas, e que a verdadeira vítima da estrada não é o peão, mas sim a bici, e que estacionam em passeios e em cima de ciclovias, e que deviam morrer todos, e tudo e tudo e tudo. 

Têm razão em alguns pontos, claro, mas o pior de tudo, aquilo que torna os FDB insuportáveis é que são a versão bici urbana da Testemunha de Jeová: todos os que não são FDB são hereges e cegos; tentam evangelizar sempre que surja a oportunidade, que vai surgir, porque eles não falam de mais nada; e não se calam! Nunca! É o único assunto que têm, portanto vão impingi-lo a toda a gente seja qual for o tópico de conversa.

Pessoa normal - Viste aquele filme ontem? Estava espectacular!
FDB - Reparaste naqueles 30 segundos, quando filmam a garagem, que ele tinha uma bici? E faz sentido porque as bicis são o melhor meio de transporte que existe e os condutores são assassinos.

Ah, já referi que todos os FDB com quem me cruzei são solteiros sem filhos e os amigos com quem convivem no dia-a-dia são, também eles, FDB? Pronto, é isso.


Até ao próximo Damn, what's the deal with…?

dezembro 17, 2014

Damn, they're tacky

A moda é um bicho volúvel. Há uns anos, as mom jeans, aquelas calças de ganga de cintura subida e ancas bem arredondadas que davam ao rabo um aspecto plano tudo menos kardashiano, eram o inferno na terra. Agora, vejo milhentas miúdas com uma versão actualizada das mom jeans, para mais com uma lavagem excessiva e pindérica. 
Ainda assim, há coisas que não mudam. Uma delas é não vestir calças brancas no Inverno. Casacos brancos, ok. Camisolas brancas, maravilhosas. Botas brancas, por favor não o façam, mas é socialmente aceitável. Calças brancas are a no-no.
Nos EUA há um ditado que diz "No white pants after Labor Day". Aqui não há nada do género, por isso gostaria de instituir a regra "Nada de calças brancas depois do 5 de Outubro". Pode ser que pegue…

dezembro 05, 2014

Damn, I've got a wish for the new year

Agora que o ano está a chegar ao fim, parece-me que é oportunidade perfeita para fazer um balanço da nossas vidas e das circunstâncias que nos rodeiam. Podia ser nos primeiros dias de Janeiro, como as lojas, mas assim eliminava-se logo à partida a possibilidade de começar o ano do zero. Começar qualquer coisa a 5 de Janeiro não é a mesma coisa que começar a 1! É, mas achamos que não, portanto mais vale fazer a vontade à estupidez do cérebro e fazer do novo ano uma tábua rasa desde o primeiro dia.
Claro que eu não vou cair no chavão de escrever aqui "em 2015 vou comer melhor e fazer mais exercício" ou "é este ano que vou fazer aquela viagem de sonho" ou ainda "raios me partam se não é este ano que mando o meu chefe à merda, me demito e arranjo o emprego de sonho" (spoiler alert para esta pessoa: não vai acontecer; mais vale manter a hipocrisia hierárquica). Como sou uma pessoa que não olha apenas para o seu umbigo e se preocupa com o bem comum, o meu desejo para 2015 é só um. E é tão fácil de pôr em prática…

CP, tudo o quero para 2015 depende de vocês: carruagens silenciosas.

Num mundo cada vez mais caótico, cheio de estímulos, ruídos ensurdecedores e cidadãos que se empenham em proporcionar-nos uma banda sonora com qualidade duvidosa, as carruagens silenciosas serão como um oásis num deserto.

Chega de chamadas telefónicas só para encher chouriços!

Chega de chamadas telefónicas para discutir questões prementes da vida privada, mas que se insiste em partilhar com o comboio inteiro!

Chega de chamadas telefónicas para indicar as meias de vidro que se usaram no casamento da sobrinha e que estão indevidamente arrumadas na gaveta das cuecas, sendo por isso urgente que "tu, filha, vás lá agora e as arrumes no sítio e vou dizer isto no volume mais alto que os meu pulmões me permitirem"!

Chega de chamadas telefónicas em geral!

Chega de earbuds manhosos! Tão manhosos que todos à volta do moçoilo faux cool têm de ouvir "era só jajão / não sei quê / não sei quê" e o último hit da Katy Perry porque ele se recusa a comprar material de jeito; prefere ir aos chineses largar 3€ todos os meses.

Chega de pitas histéricas a falar das maravilhas da praxe / caloiros desobedientes / bebedeiras de caixão à cova / insert dumb topic! Chegadas à universidade, o upgrade para "caloira" ou "veterana" não passa de uma mudança de nomenclatura. No fundo, elas continuam pitas.

Chega de seguidores de José Gomes Ferreira que discutem o estado da nação sem uma base mínima de informação credível! Não, ver o Marcelo não conta, portanto pára de dizer bacoradas e cala-te!

Chega!!!

Deixem-me usufruir do meu percurso de 1h só na companhia do meu livro e do ocasional grunhido que identifica a necessidade de criar espaço para outra pessoa.

Simples, não é?
Podem agradecer-me em géneros (dica: ando com vontade de ir à Islândia) quando se concretizar.


novembro 20, 2014

Damn, what's the deal with…? #2

E não é que, afinal, consegui arranjar assunto para um segundo tomo da colecção Damn, what's the deal…? ? É que, se é verdade que virtualmente tudo me irrita, às vezes a vontade e inspiração para escrever não abundam. A bílis que me sobe ao esófago, no entanto, impele-me a deitar toda a exasperação cá para fora e exorcizar os demónios, de maneira que cá estamos.
Sem mais delongas, passo a apresentar o tema de hoje da rubrica what's the deal.

Damn, what's the deal with Pedro Chagas Freitas's fan 'literature'? 

Em primeiro lugar, devo esclarecer que estou a usar o termo 'literatura' de forma muito liberal. O que Pedro Chagas Freitas escreve não pode ser classificado de literatura. É verborreia que, por algum motivo que me ultrapassa, é glorificada e elevada ao estatuto de literatura.
"Ai, mas ele descreve tão bem o espírito humano e o amor incondicional que somos capazes de sentir por outra pessoa" ou uma merda do género. Não! Ele não descreve nada bem.
Vamos usar "Amo-te tanto, meu amor" para efeitos exemplificativos. Ele pega nessa ideia e escreve dez páginas com variações lamechas da mesma frase. Até se poderá argumentar que ele é um 'escritor', vá, romântico, à la Nicholas Sparks, mas claramente não aprendeu com o seu ídolo. Parece-me que o Nick Sparks é um bocadinho mais diversificado, não nos temas, mas na palete sintáctica.
Não obstante estes óbvios problemas (graves para quem se intitula o "Mourinho da escrita"), o Chagas Freitas conseguiu a proeza de arrebanhar uma legião de fãs que o colocaram no primeiro lugar no top de vendas de ficção e em 90% das toalhas de praia no Verão passado.
Com os fãs, chegam os imitadores, esperançados de lhe reproduzir o estilo e o sucesso.

O que é que isto tem a ver comigo se eu fujo de tudo o que se possa assemelhar com um livro seu?

Sucede que há "imitadores" infiltrados nos meus amigos do Facebook. Os resultados são assustadores e deixam-me num conflito de sentimentos, que passam do riso incontrolável, para a incredulidade, para a vergonha alheia e consequente vontade de dizer à pessoa que pare de arruinar a sua vida social, para voltar à incredulidade e ao divertimento.

Num destes dias, percebi que o fenómeno estava a crescer e estava tornar-se inescapável e, como não posso dizer às pessoas que é estúpido e mau e não traduz qualquer talento ou sensibilidade artística intrínseca (porque 90% das toalhas de praia), sou forçada a gozar com elas e, claro, a reproduzir alguns trechos.

*ahem*

A água que lhe corre pelo corpo não é só água, é a água dela. A água que lhe escorre pelo cabelo, não é só água. È a água do seu cabelo. A água que lhe escorre pela pele perfeita, suave, encantadoramente suave é uma água mais feliz do que as outras águas. Sempre me inspirou a água. quero toda a água. Seremos nós capazes de nos fundir como a água que te escorre pelo corpo... Uma fina, quase imperceptível camada de ti que passa por ti, que é tua, ou por breves momentos é tua, a tua água.... Dá-me a tua pele. Prometo ser água.

Ou ainda:

Bates devagar e inesperadamente à porta, e entras, convicto de que o breve toque serviu para pedir licença. Podias ficar na ombreira da porta, simplesmente a observar, mas gostas de desbravar sem te fazeres notar. Entras sem pedir licença, envolto em nevoeiro, mas consigo sentir a tua presença. Vejo-te mal, mal consigo ouvir-te e, aquilo que oiço, interpreto de forma ambígua. Mas sinto-te (oh se sinto), e já me habituei à tua presença desfocada. Entraste sem pedir licença, mas fixaste-te junto à lareira e quando me aproximo, de mansinho, sinto o calor do fogo que crepita e que dissipou o nevoeiro. Olho e já consigo ver-te, continuo sem ouvir-te, mas sinto-te, e isso basta-me. 

And so on, and so on, porque este tipo de coisas pulula pelo Facebook fora. 
Se só tivesse de dar de caras com uma xaropada destas de vez em quando, vivia bem. Desgraçadamente, esta gente é incentivada por "amigos", que exclamam que estas… coisas são lindas, maravilhosas e tocantes. Vão mais longe! "Promete que escreves um romance, que vou ser o primeiro a comprar". Hã? Estas pessoas saberão que há muitos mais livros desta natureza que romances de jeito? Que estas merdas vendem que nem pãezinhos quentes e que estes Chagas Freitas wannabes não vão passar disso mesmo?

Eu sei que isto é energia desperdiçada, que é um esforço inglório, mas lutarei contra a Pedro Chagas Freitas fan 'literature' até a vida me permitir!
Por favor, façam também a vossa parte. Por amor ao mundo e à sanidade mental global. Em prol do bem comum.

novembro 07, 2014

Damn, what's the deal with…? #1

Hoje vou inaugurar uma rubrica: Damn, what's the deal with…? É um espaço onde tudo me será permitido, em particular discorrer bílis sobre questões que me irritam em profundidade. Se me conhecessem (vocês, leitores imaginários, com quem converso durante tempos mortos no duche, quando não estou a ter ideias brilhantes que nunca ponho em prática porque sou uma procrastinadora crónica), saberiam que virtualmente tudo me irrita. No entanto, devido a algumas incapacidades que me impedem de ser uma pessoa completamente funcional (e nesta altura remeto-vos para o parênteses anterior), este Damn, what's the deal with…? #1 será, com elevado grau de probabilidade, o único.
Sem mais delongas, presenteio-vos com

Damn, what's the deal with Cristina Ferreira?

Cristina Ferreira - apresentadora de televisão, autora (?) de livros de culinária e, aparentemente, blogger

Por algum motivo obscuro, esta pessoa caiu nas graças de todos e de lá ainda não saiu. Ora que é muito simpática, ora que é bonita, ora que é, dizem, sexy. A mulher está em todo lado. T-O-D-O! De cada vez que vou às compras e estou à espera na caixa, constato que ela agracia a capa de 9 em cada 10 revistas. Se tenho de estar numa qualquer sala de espera, é claro que a TVI está ligada e tenho de levar com a senhora. Seja de manhã, de tarde ou de noite. Não interessa a hora ou o dia da semana, ela está sempre lá. Ontem, percebi que nem no Facebook me safo. Eu não a procuro, mas ela encontra-me. Grupos de emprego? Cara Cristina, seja bem vinda! Case in point:


A minha questão é: porquê? Por que é que o histerismo da senhora ainda não fez ninguém com poder pensar "bolas, que a gaja fala sempre a um volume que faria um cão fugir! Se calhar, é melhor tirá-la da televisão". Mas não, inexplicavelmente, cada vez mais pessoas gostam dela. Conheço pessoas inteligentes e cultas que dizem, e cito, "ela podia ficar caladinha, mas é muito bonita". A sério? Se fosse às terreolas do Portugal mais profundo, onde o banho diário e a roupa do século XXI ainda não chegaram, encontraria, com toda a certeza, mulheres mais bonitas que ela. Quando muito, iguais a ela, só que sem a produção. É assim tão mau. 
Se a cara Cristina se ficasse pela parolice e pelo histerismo, ainda era como o outro. Mas não. Ela é burra. Fosse ela esperta e tudo seria perdoado. Que raio de poder modificador da mente será emitido pela TVI para que haja todo um país rendido a esta bimba? Que se sente impelido a saber tudo sobre a sua vida privada, que é habilmente explorada e manipulada? Que a cita como exemplo para a vida?
Há aqui um poder oculto em acção que, arrisco dizer, entra quase no território das teorias da conspiração. Se calhar, é o rei da civilização superior reptiliana que está por detrás disto em preparação da tomada de poder.
Não tarda nada e torno-me numa presença assídua nas actividades da Nova Acrópole numa tentativa desesperada de tentar explicar este fenómeno. Daí até me tornar numa profeta do Apocalipse é um passinho.
E é isto que a Cristina Ferreira faz. Dá com uma pessoa em tola. 

Stay tuned for the next Damn, what's the deal…?