novembro 27, 2011

A prenda de anos que comprei à minha coleguinha de casa / gabinete é tão fixe, tão fixe que quase me apetece ficar com ela e dar-lhe outra coisa qualquer.

novembro 19, 2011

novembro 14, 2011

Damn, she/it is a whore

Parece que não chegou um Verão inteiro a ouvir a versão (ainda) mais chunga da Lambada em tudo o que era sítio porque agora ainda temos de levar com a Popota armada em burlesca a dançar a versão do Continente de 5 em 5 minutos. Além de ter moral duvidosa, a Popota contribuiu para a morte da Leopoldina. Como? A Popota caiu-lhe em cima num combate ilegal promovido pelo Continente (aqueles déspotas!), rebentou-lhe com um implante de silicone e não resistiu à septicemia. Se bem que, pronto, ao menos com a Popota as crianças têm uma heroína/símbolo sexual que se sente bem na sua pele gorda, o que transmite uma mensagem mais saudável. Uma Adele do mundo animal, se quisermos.

Claro que nada disto invalida o facto de caminharmos a passos largos para um anúncio de Natal que é pornografia softcore. Mas, enfim, os nossos publicitários ainda têm de comer muito feijão com arroz para chegarem ao nível da Orangina, com a graça do Senhor.

novembro 12, 2011

Coisas de que só eu me lembro


Filho?
Ah, você não entende...
You're my long lost son!





Huh?
Daddy?!


Damn, I'm awesome

E pronto, sou oficialmente mestre. Aprovada com 18 valores! Foi o ponto alto da minha semana. Isso e constatar que me tinham dado uma moeda comemorativa dos 50 anos do tratado de Roma. Guardei-a. Vai valer muito daqui a 6 meses quando o euro acabar.

outubro 29, 2011

Damn, I've been out of the radar

Acho que já me tinha esquecido que este blog existia... E tanta coisa que se passou entretanto: fui para o Porto, estou quase a voltar, estou prestes a ser mestre, tenho uma colega de casa tolinha e, suspeito, trabalhadora da noite (also, tenho de combater diariamente os meus impulsos de lhe ir à cara), enfim, todo um manancial de assuntos que poderiam enriquecer este blog.
Pode ser que agora comece a surgir a inspiração.

junho 24, 2011

Damn, I need to vent

Cabelo oleoso.

Eu repito: cabelo oleoso.

Imediatamente, a mente evoca a imagem de uma jovem mulher de sebentos cabelos esvoaçantes (ou talvez não, que os cabelos oleosos pesam) e a pessoa que caminha logo atrás a esquivar-se com movimentos capoeirescos, não vá o óleo que brota da raiz e escorre até às pontas acertar-lhe na cara. A mim lembra uma colega da faculdade cujo cabelo, em três anos, nunca vi limpo. Era a Joana Porca. 

É difícil, portanto, identificar algo tão nojento na aparência de uma pessoa quanto um cabelo oleoso. Por que motivo então, explicar-me-ão vocês, a maioria das marcas de champôs no mercado opta por ignorar os desesperados possuidores de cabelos oleosos (eu incluída)? Será algum tipo de tabu que silenciosa e progressivamente se foi instalando nas empresas?

Os cabelos secos, por seu turno, devem ter uma capela e um deus próprios, porque são idolatrados. E como qualquer ídolo sabe, os groupies fazem tudo por eles. De maneira que os cabelos secos têm sempre dois ou três tipos diferentes de champô. Só "cabelos secos" não chega. Tem de ser "cabelos secos e estragados", "cabelos secos expostos ao sol" ou outra coisa qualquer que decidam inventar.

Entretanto, nós, os oleosos, que já carregamos com o estigma de sofrermos desse mal (e como se não bastasse, ainda temos de levar com todos os tansos que acham que percebem de alguma coisa e insistem em dizer "não laves todos os dias, fica ainda pior". Não, estúpido, não fica. Andar com ele oleoso durante três dias, isso sim fá-lo ficar pior. Idiota...), ainda temos de pensar onde é que vamos comprar um champô só porque as marcas decidiram que nós não somos pessoas.

Valha-me o bicarbonato de sódio!